A brasileira e influenciadora digital Gabriela Paz, conhecida nas redes sociais como @familiagahpaz, fez um novo e urgente apelo público ao denunciar as condições em que seu marido está detido pela imigração dos Estados Unidos no Central Louisiana ICE Processing Center, uma das principais unidades federais de custódia de imigrantes no país. Segundo ela, a situação dentro do centro é grave e a família teme que ele não sobreviva se nada for feito.
Em vídeos e publicações recentes, Gabriela afirma que o marido estaria sem alimentação adequada, apresentando sinais de debilidade física, mas mesmo assim sendo obrigado a trabalhar dentro da unidade. “Ele está fraco, não está comendo direito e ainda exigem que trabalhe. Eu tenho medo de perder meu marido”, relatou.
A denúncia ganhou contornos ainda mais alarmantes após Gabriela afirmar que um imigrante teria morrido recentemente dentro do centro de detenção, segundo relatos de outros detentos. De acordo com essas informações, a morte teria ocorrido em decorrência de desnutrição, o que aumentou o temor da família de que o marido possa ser o próximo a sofrer consequências fatais.
“Eles estão tratando pessoas como se não fossem humanas. Se alguém já morreu lá dentro por falta de comida, quem garante que isso não vai acontecer de novo?”, questiona a influenciadora, visivelmente abalada.
Diante do que descreve como uma situação extrema, Gabriela pede mobilização imediata, apoio da sociedade civil, de organizações de direitos humanos e atenção da imprensa internacional. Ela afirma que a família precisa de ajuda agora, e não depois, para evitar que o caso termine em tragédia.
O Central Louisiana ICE Processing Center já foi alvo, em anos anteriores, de críticas de entidades de direitos humanos por denúncias envolvendo atendimento médico, alimentação e condições de trabalho de detentos. Até o momento, não há confirmação oficial por parte do ICE sobre as denúncias específicas feitas por Gabriela.
O caso reacende o debate sobre as condições de detenção de imigrantes nos Estados Unidos e a transparência das autoridades federais em relação ao tratamento dispensado a pessoas sob custódia do Estado.





