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Brasileiro residente em Connecticut é preso na Geórgia e acusado de receber propriedade roubada

Um brasileiro identificado como Gelúcio Martins Chasqueira, de 53 anos, foi preso no condado de Bartow, no estado da Geórgia, sob acusação de recebimento de propriedade roubada, classificada pelas autoridades como crime grave. A detenção ocorreu em 8 de julho de 2026, por volta das 18h45.

De acordo com o sistema oficial de consulta de detentos do condado, Gelúcio informou endereço residencial em Bethel, Connecticut. O registro aponta que a prisão teve origem no Departamento de Polícia de Emerson, cidade localizada no condado de Bartow.

A acusação registrada é de “theft by receiving stolen property”, expressão utilizada pela legislação da Geórgia para definir situações em que alguém recebe, mantém, controla ou dispõe de um bem sabendo — ou tendo motivos para saber — que a propriedade foi roubada. A lei prevê uma exceção quando o bem é mantido com a intenção de devolvê-lo ao proprietário.

O documento público não informa que tipo de propriedade estaria envolvido, quem seria o proprietário do bem nem descreve as circunstâncias que levaram à abordagem. Também não foi localizada, até o fechamento desta reportagem, uma narrativa policial detalhada sobre o episódio.

O registro carcerário indica que a suposta infração ocorreu na noite de 8 de julho. Gelúcio teve uma audiência inicial na manhã seguinte, em uma sala judicial da própria unidade prisional. Uma fiança de US$ 5 mil, na modalidade patrimonial, aparece como paga no sistema. Ele foi libertado às 6h30 de 11 de julho, depois de permanecer aproximadamente dois dias e meio sob custódia. Seu status durante a detenção era de preso aguardando julgamento.

A classificação da acusação como “felony” indica que o processo poderá ser tratado como crime grave, mas a gravidade definitiva da pena pode depender, entre outros elementos, do valor e da natureza da propriedade supostamente recebida. Pela lei estadual, o Ministério Público deverá demonstrar não apenas que o bem era roubado, mas também que o acusado sabia ou deveria saber de sua origem ilícita.

A prisão e a acusação não representam condenação. Gelúcio é considerado inocente até que haja decisão definitiva da Justiça, e os fatos ainda deverão ser analisados durante o processo judicial.

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